domingo, 25 de maio de 2014

Timbre dos Sonhos.

Timbre dos Sonhos

Nós guitarristas somos eternos insatisfeitos, quantas vezes  já trocamos de guitarra, amp, pedal, marca de cordas, captadores, cabos e até palhetas? tudo isso na procura do nosso "Santo Graal" o TIMBRE PERFEITO. Essa busca nos leva as mais inusitadas gambiarras, vale tudo para alcançarmos esse tesouro que poucos alcançaram...

Um amigo guitarrista disse que sempre fica impressionado com meus timbres, e perguntou qual o meu segredo.

Revelei: tenho um compressor que adoro e um pedal de emulador de válvulas 6L6 que não largo de mão.Considero esse o MEU Santo Graal.

Dias atrás me vi obrigado a ensaiar usando apenas uma pedaleira Zoom G3 e um Direct Box ligado direto na mesa, e o comentário foi: "apesar de não ser o seu timbre de sempre, esse está muito bom"

Qual o segredo? também revelo: PACIÊNCIA, CONHECIMENTO e MENTE ABERTA.

Duas bandas do cenário nacional que admiro não usam mais amps em cima do palco

Nenhum de nós  Pato fu   procure um amp em cima do palco, não há! somente simuladores.

 mas então, qual o segredo?

Simples siga seu ouvido, use referencias reais, não de CD's, vá a shows e ESCUTE o som da guitarra, depois veja o que o guitarrista que lhe agradou está usando, pesquise na internet, hoje as informações pulam no nosso colo (muito diferente de quando eu comecei em 1991). Compre pedais , guitarras e amps em lojas de INSTRUMENTOS MUSICAIS , e não em lojas de departamentos, teste combinações de guitarras e amps diferentes, existem guitarras muito boas na faixa dos R$1000,00 até R$2000,00
http://www.milsons.com.br/guitarra-fender-squier-affinity-telecaster-sunburst-fender-0310202-sumburst
https://www.goodmusic.com.br/index.php?&acao=produto_atual&cd_produto=4305&cd_grupo=107


http://www.multisom.com.br/guitarra-cort-les-paul-cr200-gold-top-3897.html
essas três já tive a oportunidade de testar, e são realmente muito boas.
Cabos de boa qualidade fazem a diferença, pode acreditar.
Invente a SUA gambiarra.




...Eddie Van Halen que o diga:

E por último, a informação mais importante, o grande segredo será revelado agora...


...em 6 meses ou 1 ano você enjoará daquele maravilhoso timbre, não importando o quanto tenha gastado para isso...Raul Seixas já dizia" É que gente, gente nasceu pra querer!"Gente - Raul Seixas

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Verdadeiras obras de arte os pedais deste camarada confiram.



























Darta Effects, procurem no Facebook.

domingo, 27 de outubro de 2013



Minha pedaleira está assim, em breve um vídeo com a utilização do Infinity Looper da Victoria Amplifiers

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Amplificadores!!!

Dando continuidade ao assunto do post anterior, hoje escreverei um pouco sobre um novo tipo de amplificador, os amplificadores híbridos entre digital e valvulado.
A primeira empresa a utilizar este recurso foi a Johnson Amplification (empresa pertencente a Digitech), eles utilizavam e ainda utilizam uma válvula 12AX7 no pré amp,esses amplificadores contam com uma vasta gama de efeitos entre chorus, flangers, phasers e delays afinador e todos os recursos que você encontra em uma pedaleira de porte médio. Seus timbres são simulados com base em amplificadores famosos.
No Brasil um usuário dessa marca é o guitarrista Tomatti do programa do Jô.

A nova geração de amplificadores destes digital/válvula está nas mãos da Line 6, empresa renomada em simulação/modelação digital, eles possuem a série Spider Valve MKII que possui válvulas 12AX7 no pré amp e 6L6 no power amp, mas são híbridos por serem modeladores digitais, e possuirem vários efeitos, também em produção está a série DT, que diferentemente do Spider não tem uma tonelada de efeitos embutidos e as válvulas de potência são EL34 mas mesmo assim tem os recursos adicionais de modelação baseados em amps famosos e cheios de recursos de como saída de gravação direta simulada, afinador, MIDI etc etc etc. Os Line 6 são os amplificadores mais famosos da era digital, e um dos usuários destes amps  no Brasil é o guitarrista e cantor Frejat.
Minha experiência com amplificadores digitais não é muito extensa, mas tive a oportunidade de testar alguns modelos mais antigos como o pré histórico Line 6 AxSyS 212 (o 1º da marca) que apesar de não me convencer como modelador de sons de outros amps, mesmo assim era muito bom levando em consideração a quantidade de recursos.Também testei alguns Spider dos antigos, totalmente digitais, que  mostraram-se melhores nas simulações e não muito complicados de programar.

Outros amplificadores de modelação digital disponíveis no mercado:
Fender Cyber Twin (Buddy Guy)
Hughes & Kettner ZenTera (Alex Lifeson)
Vox Valvetronix (Tommy Shawn).

Este post de hoje é dedicado ao meu grande amigo Rubem Oliveira, o Rubão. Em uma conversa que tivemos ele me perguntou o que eu achava do timbre de guitarra dele, de um modo geral, falei que gostava mas achava um bouco abafado, opaco...ele prontamente respondeu, "enraçado, acho o teus timbres um pouco estridentes, abelhudos..."
Conclusão: gosto é gosto dizia uma velinha comendo sabão achando que era queijo.



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Amplificadores (Continuação)

Anteriormente falei de amps transistorizados, dando continuidade falarei agora dos amps híbridos.

Tipos de amps híbridos:
*Power valvulado e pré amp transistorizado, dizem que o marshall JCM900 pertence a esse tipo, mas não concordo, pois ele possui válvulas de pré amp, mas o caminho do sinal é o seguinte,transistor -valvula-transistor-valvula-power amp. E se um JCM900 é bom o bastante para o Slash, também é bom para mim.Não há muito o que falar, escute os primeiros discos do Guns n Roses, é Les Paul(Cópia) + JCM900 .


*Pré-amp valvulado e power transistorizado,ao contrário do que muitos pensam, os Marshall Valvestate, Fender Roc Pro, Meteoro Vulcano e tantos outros vendidos como pré amp valvulado, não fazem parte desta categoria,na verdade poucos amps se encaixam aqui, talvez o mais conhecido seja o Randal V-Max, utilizado pelo falecido guitarrista do Pantera, Dimebag Darrel.
A principal característica destes amps é a alta potência, normalmente 200W, 300W até 500W,é amp pra headbanger mesmo!!!!Trashmetal e suas vertentes yeah!!!





*Pré amp Híbrido e power transistorizado,é nesta categoria que os famosos Valvestate da Marshall se encontram,os já citados Fender Roc Pro e Meteoro Vulcano também, mas qual a diferença destes para a categoria dos pré amps valvulados? É que nestes amps o sinal limpo passa pelo pré amp transistorizado e o distorcido pela válvula, sacou? Pessoalmente sou fã dos valvestate dos anos 90, ainda feitos na Inglaterra e com falantes Celestion, bons tempos aqueles...



































No próximo post: Digitais, e híbridos digital+valvula.





domingo, 24 de fevereiro de 2013

Você comprou aquela guitarra dos seus sonhos, tantos pedais que parece uma coleção de Hot Weels, cabos de boa qualidade a preço de ouro, uma fonte estabilizada e filtrada, agora só falta dizer: "A grana eu tenho, só me falta o glamour...e o amp".
Mas qual amp é o ideal, qual o melhor? Valvulado, transistorizado, híbrido de válvula + transistor,híbrido de transistor + vávula, híbrido de digital + válvula, todo digital? muitas opções de timbre, tamanho e preço.
A primeira decisão deve ser baseada em três fatores:
Preço, potência e timbre. A partir disto você provávelmente chegará a uns 5 ou 6 amps disponíveis no mercado dentro do seu alcance financeiro.
Suponhamos que sua vida financeira tem sido muito boa, quem nunca sonhou em tocar com uma parede de Marshalls em cima do palco? tudo lindo e maravilhoso a não ser por dois detalhes, quem carrega esta tonelada e meia de equipamento? e o palco é grande o suficiente para ligar tudo? Sejamos sinceros, a maioria dos palcos mal cabem a bateria.
Tá bem tá bem...acabei com seu sonho de ter um cabeçote e uma caixa empilhadas no palco, mas tem solução, várias marcas oferecem amps de baixa potência e caixas configuradas em 2x12,1x12 ou 2x10 é um começo.
Valvulados entre 15w e 50w costumam a ser o suficiente para nossos "palcos de buteco", hibridos entre 40w e 100w são suficientes também, e transistorizados entre 60w e 200w dão conta do recado.
Vamos aos exemplos e principais características dos amps.
Transistorizados:




Os modelos mas famosos são os Roland Jazz Chorus no mundo todo e no Brasil atualmente o Meteoro Jaguar, todos dois possuem um som limpo muito bom, o Roland tem como grande trunfo a sua durabilidade e força, pode ligar guitarra, baixo, teclado ou oque precisar que ele quebra o galho mesmo, infelizmente seu som distorcido não é lá grande coisa, já o Meteoro Jaguar parece o cruzamento de um Marshall Valvestate dos bons (os antigos, fabricados na Inglaterra) com um Fender Ultimate Chorus (outro baita amp transistorizado), tem como trunfo sua versatilidade, bons sons limpos, distorção convincente, chorus estéreo e boa potencia e peso.

Amanhã veremos amps híbridos.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Grandes problemas...pequenas soluções! Power Supply!!!

Depois de alguns anos você finalmente comprou os pedais que queria, um Fulltone OCD (R$ 650,00) , um Delay Boss DD-7 (R$540,00), um Phaser MXR Phase 90 (R$400,00), um wha wha Cry Baby (R$R$350,00), quase R$2000,00, fora cabos, pesquisa na internet qual a sequência ideal para ligação, daí você liga tudo, e algo acontece...ruído, um maldito ruído de baixa frequência fazendo HUUUUUUUUUMMMMMMMMMM...
Pois é, fonte de alimentação de fax, impressora, videogame e tantas outras coisas que já vi não servem pra ligar o seu set de pedais, e aquela fonte de R$40,00 para 5 pedais comprada na loja provávelmente não vai servir por muito tempo, logo logo ela vai "se entregar para Jesus", motivo: o consumo de energia de alguns pedais é muito maior que a força da sua maravilhosa fonte de R$40,00.
A solução é simples, compre uma fonte boa, a seguir uma lista de BOAS fontes e sua faixa de preço no Mercado Livre.
Landscape PS-5 R$90,00 (5 pedais 9v)


Fire Custom Shop Power Bridge R$350,00 (10 pedais em 9v, 2 pedais em 18v e 1 pedal em 12v)




Voodoo Lab Pedal Power R$750,00 (4 pedais em 9v,1 pedal em 12v e um pedal em 18v)



 Giannini AXCESS PS-110 R$240,00 ( 8 pedais em 9v e 2 ajustáveis de 6v a 12v)


estes são alguns exemplos, lembrando que as marcas FIRE CUSTOM SHOP e a LANDSCAPE possuem outros modelos de fonte, vale uma pesquisa no Mercado Livre pra conferir.
Atualmente uso uma landscape para 12 pedais e uma fonte feita sob encomenda para 5 pedais.





segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013


O nosso Léo Fender!!!

Radialista de profissão, Carlos "Sossego" atuou como produtor e apresentador entre 1957 e 1987, em rádios como Panamericana (atual Jovem Pan), Excelsior e Record. Em 1961 conseguiu todos os esquemáticos da Fender, iniciando a montagem de amplificadores valvulados como hobby. Ingressou na Giannini em 1963 como responsável pelo desenvolvimento de produtos, lançando os modelos ThunderSound, True Reverber, Jet Sound, Mini Mighty e Tremendão, além das guitarras SuperSonic, Gemini e Diamond.

Em 1967 visitou grandes fábricas de instrumentos musicais ( Fender, Gibson, Harmony e Gretsch), realizando a primeira espionagem industrial do segmento, por suas próprias palavras.

Em 1970 fundou a Palmer, que iniciou as atividades fabricando versões dos amplificadores Marshall Major de 200 watts com válvulas KT88, onde permaneceu até 1973. Iniciou então suas atividades no ramo de equipamentos e instalações para estúdios e emissoras de rádio.

Atualmente fabrica amplificadores de guitarra e Alta Fidelidade com a marca ValveTech.

Fonte: http://www.pedroneshop.com

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Compressores

      Muita gente não sabe qual a razão para usar um compressor em sua cadeia de sinal, mas um bom compressor pode ajuda-lo a atingir a sonoridade que você deseja, influenciando na sustentação e no volume da nota ou acorde executado.
     Mas o quê faz um compressor?
 Vamos pensar num volume que vá de zero a dez. Aí um cara está cantando, e o volume de voz dele está variando entre três e nove. Numa variação como essa, e em meio a uma música com vários outros instrumentos, a voz vai ficar aparecendo pra caramba em determinados pontos da música e totalmente sumida em outros. Aí é que entra o compressor!
Os controles mais comuns de um compressor são o “treshold” (limite), “ratio” (quantidade de compressão), e o “output gain” (volume de saída). Vamos voltar ao exemplo do vocalista. Digamos que o nosso “treshold” seja colocado em cinco, agora toda a vez que a voz dele passar de cinco o compressor vai começar a atuar. Se colocarmos o controle de “ratio” no máximo, qualquer coisa que ele cantar acima do volume cinco será comprimida e o volume de saída será no máximo cinco. Com isso conseguiremos uma constância muito maior de volume na voz dele, porém, o nosso volume geral será menor, para isso é que existe o controle “output gain”, onde podemos aumentar o volume de saída. Vamos aumentar o volume de saída para quatro. Agora o nosso volume máximo, que era cinco, será nove (cinco mais quatro) e nosso volume mais baixo que era três será sete! Assim conseguimos um volume geral bem maior, e uma variação de volume bem menor, com isso, a voz de nosso amigo estará bem mais presente durante toda a música. Isso se aplica também na guitarra, um acorde possui mais massa sonora que uma nota executada sozinha, por isso a utilização do compressor.
Vários guitarristas acabam fazendo do compressor parte do seu timbre, John Frusciante na minha opinião é o mais notável:
*note como as notas da introdução são"mastigadas" pelo compressor.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Pedais nacionais de boa qualidade.

Segue uma lista de fabricantes de pedais nacionais...alguns feitos na china... outros em terras tupiniquins, mas todos de boa qualidade,  uma atenção aos links de efxpedais, e de pedrone, duas propostas muito bacanas que já tive oportunidade de testar.
 Além destes links abaixo da imagem, no mercado livre tem um cara aqui do RS que faz pedais em latas de atum e de sardinha. segue link:
http://www.engel2000.0nyx.com/




http://www.efxpedais.com








segunda-feira, 10 de setembro de 2012

microfonação parte 2

http://www.youtube.com/watch?v=zcqeRNImL2M&feature=related

resultado de uma gravação usando minha "receita de bolo" de microfonação de guitarra.

Microfonando a guitarra


Microfonando Guitarra

Quando se fala de tirar um grande som, especialmente de guitarra, muitaspessoas pensam que deve haver um “pulodo-gato”, uma mágicaou um preset mágicoque deve ser colocado
no equalizador durante a mixagem...
Bem, isso realmente não existe.
Um bom som de guitarra é composto de um bom guitarrista, uma boa guitarra, cordas novas, umbom amplificador em bom estado (incluindo as suas válvulas) e um bom microfone.  Mas mesmo com essa combinação perfeita, podemos ter uma gama infinita
de sons sem que se mexa uma única vírgula no equalizador. É óbvio que podemos escolher entre captadores do braço, do meio ou da ponte, single-coil ou
humbucker, tipos de palheta diferentes, e a regulagem do amplificador...
Mas outro ponto onde podemos alterar drasticamente o som é na posição do microfone. 
Bem, vamos falar primeiro do microfone. Existem milhares de tipos de microfones no planeta, mas não vamos ser politicamente corretos e vir com aquele velho papo de que é você que tem quejulgar com os seus ouvidos, blá,blá,blá...
Bota um Shure SM-57 e suas chances de errar serão bem pequenas. É claro quevocê pode testar outros, mas esse é o quetodo mundo usa. Inclusive, eu.
Vamos para o mundo real. Você está noseu estúdio e vai microfonar um amp deguitarra. O raciocínio que parece mais adequado é colocar o microfone bem nafrente do alto-falante, diretamente apontado para o centro, assim estaríamos pegando o som mais diretamente...
Bem, no mundo do áudio, as coisas nem sempre são como parecem. Faça uma experiência. Coloque o amp em um volume bem baixo e peça para o guitarrista tocar. Aproxime o seu ouvido do cone do alto-falante e depois vá movimentando a sua cabeça. Você ficará surpreso
com a mudança de timbre a cada centí-metro que a sua cabeça se move. Você também irá reparar que no centro do cone é onde temos o som com mais brilho, às vezes até estridente. No caso de guitarras, excesso de brilho pode virar
som de “abelha”... Não posso dizer que existe uma posição que é a correta. Na verdade, a posição é em qualquer lugar no cone do falante. Quanto mais para o centro, mais agudo, quanto mais para a borda, mais médio-grave.
A posição realmente depende do que você quer e também da caixa. 
As caixas e amps podem soar diferentes, então, pode ser que a posição do microfone também tenha que mudar para você chegar aonde quer.
Para que essa busca seja feita da maneira mais precisa, o ideal é que tenhamos três pessoas. O guitarrista fica tocando, alguém fica mudando a posição do microfone e outra pessoa fica monitorando na técnica, para escutar o que muda com a mudança de posição. Se só tiver você e o guitarrista, grave um trecho em uma posição, outro trecho em outra posição, e assim por diante. Depois, escute e analise os trechos para ver qual posição é a melhor.
Uma vez decidido, play-rec. Mas no caso de testar muitas posições, não esqueça de anotar em cada take de teste qual era a posição do microfone.
(trecho extraído da revista Backstage)
Bom Galera , basicamente era isso que eu fazia no Studio Omnium, mas pra ser mais exato vou passar a minha "receita do bolo".



 Basicamente eu gravava 3 canais de uma mesma guitarra.
Canal 1: Microfone Shure SM57 na borda do falante. Para um som com punch e detalhes de pegada. (sons da palheta,palm mute e outras técnicas)
Canal 2: Microfone Behringer B1 a 0,50 cm do amp. Para um acréscimo de graves e ambiência.
Canal 3: Direct Box  GI100 (com o simulador de falantes  4x12  ativado).Para uma reserva e posterior utilização com plug-ins (Guitar-rig, Amplitube),ou re-amplificação. Importante salientar que este canal recebia o som direto da guitarra, sem distorção, reverb ou qualquer outro efeito.